O Brasil precisa de um “Churchill”
Sempre admirei muito o primeiro-ministro inglês Winston Churchill. Poucos estadistas foram tão inteligentes e perspicazes como Churchill. Comandou o império britânico por duas vezes: a primeira durante a Segunda Guerra Mundial, e depois novamente em 1951 alavancado pelo Partido Conservador.
Admiro Churchill como admiro Getúlio Vargas. Ambos comandaram seus respectivos países em épocas visivelmente tensas, e provaram sua capacidade quando voltaram ao poder anos depois, sempre com altos índices populares. Vargas só não foi tão bom quanto o primeiro-ministro inglês devido ao seu golpe de estado, em 1937. Outra qualidade em comum, é que ambos souberam deixar o poder na hora certa e incrivelmente no mesmo período. Getúlio comandou o Brasil de 1930 a 1945, e depois de 1951 a 1954; Winston comandou o Império Britânico de 1940 a 1945, e depois de 1951 a 1955. O inglês deixou o poder, com um belo discurso (“Jamais Desesperar”), o brasileiro suicidou-se, não aguentando a crise política que se instalava. Além do mais ambos abusaram do desenvolvimentismo, impulsionados pela prosperidade econômica da época.
Entretanto, o que fazia de Churchill um granda estadista – além de sua incrível competência – era o bom humor.
Se os políticos atuais, principalmente os brasileiros, tivessem a capacidade e a competência de Churchill, juntado ao seu incrível humor, provavelmente estaríamos em uma situação bem melhor. O mundo não produz mais todo esse brilhantismo encarnado em um só ser…
Se Hitler invadisse o Inferno, eu cogitaria de uma aliança com o Demônio.
O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.
A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes.
A sorte não existe. Aquilo a que chamas sorte é o cuidado com os pormenores.
O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo.
Gosto de porcos. Os cães olham-nos de baixo, os gatos de cima. Os porcos olham-nos de igual para igual.
Quem até os 20 anos não foi comunista é sinal quem não tem coração, e quem depois dos 30 anos continua sendo é sinal que não tem cérebro.(Frases de Winston Churchill)
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